31 de janeiro de 2019

MARMITA É A OPÇÃO PARA QUEM QUER MAIS SAÚDE E ECONOMIA NO DIA A DIA



Os adeptos da marmita podem contar com um dos casamentos mais sonhados por toda a humanidade. A opção abrange a saúde e dá uma aliviada no bolso. É claro que sair do escritório, esticar as pernas e tomar um vento é benéfico, sentar em um restaurante no meio do expediente pode ser gostoso também, mas a marmita permite ao trabalhador um planejamento financeiro mais tranquilo e uma alimentação feita em casa, pensada e de coração.

Existe uma desculpa pronta dos que não são adeptos da marmita, o que normalmente abrange o cansaço e a preguiça. Porém, se o cidadão conseguir se organizar e planejar o almoço de todos os dias da semana, um fogão 4 bocas e um domingo são suficientes para preparar as refeições da semana inteira. 

Para preparar tudo é necessário conseguir enxergar os ingredientes que vão compor cada prato, e eles podem se alternar durante a semana. Existem alguns exemplos como o frango que pode ser feito com curry, mostarda, orégano, páprica e pode vir acompanhado de arroz, batata, legumes, purê, entre outros alimentos. A batata pode ser um excelente acompanhamento, seja assada, cozida, transformada em purê, gratinada, entre outras opções. A abobrinha também não fica de fora, pode ser grelhada, frita, servir de base para uma massa, entre outras opções.

A salada também pode integrar esse almoço e dar um ar de saúde ao cidadão. Uma opção para quem conseguir carregar a marmita sem problemas, como longos trajetos no transporte público, é levá-la separada da comida quente, em outro recipiente. Um pote pequeno pode ser uma boa solução para levar molhos e afins. 

Independentemente do cardápio e do que se vai comer, a marmita é a melhor opção para a saúde e para o bolso. A pessoa ainda pode se alimentar com aquela comidinha que 
fez com todo carinho!

22 de janeiro de 2019

QUAL A MELHOR IDADE PARA ENGRAVIDAR?


Qual é a melhor idade para engravidar?  Essa é uma pergunta que nunca se fez tanto para os médicos especialistas em saúde da mulher. Isso deve-se ao fato do aumento dos casos de infertilidade ao redor do mundo e a decisão da gestação tardia.
Isso porque, diversos fatores têm influenciado na escolha do momento de se tornar mãe, e saber qual a melhor idade para engravidar colabora e muito na escolha desse momento. Hoje em dia, para a maioria das mulheres, a gravidez é uma escolha com data certa para acontecer e essa data costuma ter relação com maturidade pessoal e profissional.
Mas para fazer essa escolha da melhor maneira, é preciso saber do aspecto biológico qual a melhor idade para engravidar.  E a partir disso, determinar quando será o momento certo para cada mulher.
Biologicamente e de acordo com estudos realizados no mundo inteiro, a faixa dos 30 aos 35 anos é a melhor idade para engravidar. É uma fase de maturidade emocional e biológica que, de acordo com os números, traz a menor incidência de problemas na gestação, tanto para mãe quanto ao bebê.
O avanço da medicina é cada vez maior, porém os especialistas são categóricos em dizer que mesmo com todo o avanço das técnicas de reprodução assistida, o relógio biológico das mulheres é implacável e é preciso levar ele em consideração quando o assunto é gravidez.
Uma das recomendações dos especialistas para as mulheres que, ao chegaram nessa melhor idade para engravidar e ainda não queiram, é congelar seus óvulos e no momento mais adequado realizar a Fertilização in Vitro (FIV).
A Fertilização in Vitro (FIV) é uma técnica de reprodução assistida e, normalmente, é utilizada por mulheres com dificuldade de engravidar.  Mas pode e tem sido utilizada por mulheres que querem ser mães mais tardiamente.
Quando se congelam os óvulos durante o período de maior fertilidade da mulher, garante-se a melhor qualidade desse material biológico.  Os especialistas indicam que essa escolha — pelo congelamento de óvulos — seja feita entre os 30 e 35 anos. Deve ser uma escolha bem pensada e avaliada, levando em consideração vários aspectos.

Existe uma melhor idade para engravidar por FIV?


Os estudos mostram que o ideal para que a mulher engravide com seus próprios óvulos por meio da FIV é até os 43 anos. Isso são dados estatísticos e não quer dizer que mulheres com mais de 43 anos não consigam engravidar.
Tudo depende da qualidade dos óvulos e de um útero receptivo. Quando a mulher decide pela FIV, todos os exames serão realizados para observar essas características e tomar as melhores medidas para alcançar a gravidez. Mulheres que buscam pelo procedimento costumam tentar, de uma a três vezes, para alcançar o resultado.
Não é um procedimento barato e pode gerar muita ansiedade. É essencial buscar um bom especialista para tirar todas as dúvidas e realizar o procedimento com muito cuidado e segurança.
Os especialistas indicam que, mulheres que tentam engravidar até os 35 anos durante um ano sem resultados, devem procurar ajuda médica. Depois dos 35 anos, isso deve ser feito após seis meses de tentativas.
Infelizmente existe sim a melhor idade para engravidar, mas as mulheres devem buscar se informar e quando possível utilizar a medicina realizar esse desejo. Tudo isso aliando suas necessidades emocionais às biológicas.

21 de janeiro de 2019

CRIANÇAS E BEBÊS PODEM TOMAR WHEY PROTEIN?




O consumo de whey protein é muito comum entre praticantes de academia e atletas, sobretudo por pessoas adultas. Mas será que ele pode ser consumido por crianças? O assunto veio à tona quando a ex-BBB e musa fitness Jaque Khury revelou dar o suplemento para o filho de 4 anos. "É exemplo. Não adianta a gente falar. As crianças, os filhos, vão imitar o que a gente faz. Ele vê a mãe se alimentando, vê os potes de suplemento e adora”, disse. Mas pode não ser tão simples assim.

Os suplementos são utilizados por pessoas saudáveis para potencializar os treinos e até mesmo para perder peso, sempre aliados a uma alimentação equilibrada e com todos os nutrientes necessários ao organismo. Esses produtos não são substitutos dos alimentos
ingeridos diariamente. Como o nome já diz, eles complementam a dieta diária de um determinado indivíduo.

Existem vários tipos de suplementos. O whey protein é produzido com base na proteína do soro do leite e ajuda na recuperação muscular, promoção da saciedade, redução de gorduras, além de possuir nutrientes para beneficiar o sistema imunológico e combater a
inflamação local do tecido muscular. São vários os benefícios à saúde já observados com o uso dessa proteína.

Nos últimos anos, também surgiram categorias de suplementos para as crianças. Elas visam suprir a carência de algum nutriente e podem ser positivas em algumas ocasiões.

Mas o complemento nutricional sempre deve ser realizado depois de uma consulta com um médico ou nutricionista. Essa dica também vale para os adultos. O uso indiscriminado desses produtos pode acarretar problemas sérios de saúde.

No caso do whey protein, ele raramente é indicado para crianças, e não se enquadra na
categoria de suplemento infantil, embora possa ser indicado em alguns casos pelo médico ou nutricionista. A proteína do soro do leite já está presente em grande parte dos suplementos, inclusive para as crianças, já que é essencial para a estrutura óssea muscular, formação de enzimas e para o sistema imunológico.

O grande problema do produto não está exatamente na sua formulação, e sim na quantidade de nutrientes que fornece. Uma pessoa adulta, por exemplo, pode consumir 1 g de proteína por quilo de peso ao dia, com uma variação nesse valor dependendo de cada indivíduo. Na infância, por sua vez, esse valor é menor. Uma criança com 20 kg, por exemplo, precisa de aproximadamente 14 g de proteína por dia. Um scoop de whey protein, contudo, já oferece 20 g de proteína. Se não bastasse isso, o produto também contém outros nutrientes além de proteínas, como carboidratos. Aromatizantes e corantes artificiais também estão presentes na fórmula.

O consumo inadequado de suplementos durante a infância pode provocar riscos de obesidade e sobrecarga renal e hepática. Os dois últimos efeitos colaterais são provenientes da má absorção do nutriente no organismo da criança, que recebeu uma superdosagem de proteína.

“Acredito que dar whey protein para crianças é desnecessário. O suplemento pode interferir no desenvolvimento físico e mental do jovem, e certamente insere artificialidade no organismo, o que pode deixar a criança mais suscetível a doenças. O ideal é trabalhar com alimentação natural”, afirma Clovis Constantino, pediatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, ao portal VivaBem.

Quem também não indica o uso de whey protein por crianças é a Associação Brasileira de Pediatria (SBP). “De 0 a 20 anos, o consumo não é indicado em nenhuma idade. Os pais devem insistir na ingestão de comida. Alimentos são as melhores fontes de vitaminas, não há risco de superdosagem ou chance de que algo não seja absorvido”, orienta Virgínia Weffort, presidente do Departamento de Nutrologia da SBP, em entrevista ao jornal Metropolis.

E para bebês? 

Se o whey protein não é indicado para crianças, muito menos para bebês. A fase de crescimento da criança necessita de cálcio, obtido principalmente a partir do leite. A suplementação de proteína, nesses casos, pode prejudicar a absorção do nutriente. A partir dos 6 meses, a criança começa a se alimentar. Nesse período, se ela utilizar suplementos, o cálcio pode ser eliminado pela urina e os rins podem ficar sobrecarregados, acarretando em cálculo renal.

O melhor caminho, nesses casos, é fazer uso do leite materno e de alimentação equilibrada. Até 6 meses, o bebê deve se alimentar de leite materno; entre 6 e 12 meses, o leite materno continua sendo a principal fonte e o alimento entra como complemento; a partir de 1 ano, a criança pode se alimentar com a comida feita nas refeições da família. Se houver problema na amamentação, o ideal é procurar especialistas para saber se há a necessidade de buscar fórmulas específicas, bem como a possibilidade de utilizar o leite materno oferecido em redes de bancos de leite. Na maioria dos casos, portanto, o uso de whey protein por crianças e bebês não é recomendado, exceto em situações especiais. Antes de suplementar a criança com esses produtos, consulte um médico ou nutricionista para saber se há essa necessidade. Se houver, ele indicará a dose adequada para cada indivíduo, de acordo com o peso corporal e outros atributos relacionados à saúde e ao estilo de vida da criança.

AS FAMOSAS QUE FIZERAM RINOPLASTIA



Apesar de ainda representar certo tabu, a rinoplastia pode ser uma etapa positiva para pessoas com diferentes questões. A cirurgia se apresenta como necessária em um caso de saúde, pois o mau funcionamento do nariz pode afetar a garganta. A autoestima pode ser elevada após uma escolha dessas, então, preparamos alguns exemplos para ajudar pessoas que estejam pensando em seguir esse caminho.

É importante que a pessoa escolha pela rinoplastia por uma questão pessoal, com calma e confiança no médico. A operação é algo que vai mexer com a autoestima e a segurança. Algumas famosas passaram pelo procedimento cirúrgico, e trouxemos algumas dessas histórias para quem estiver pesquisando o assunto. Um caso que ficou muito famoso foi o da atriz Bruna Marquezine. Desde 2014, já se especulava se a global havia realizado a operação ou não. 

Na época, a novela Em Família havia acabado de terminar e Bruna evitava o assunto quando entrevistada, mas o segredo não durou por muito tempo. Justificou suas evasões às perguntas por não achar o assunto importante, mas admitiu que “ficou mara”. Algumas celebridades se utilizaram do procedimento cirúrgico para aprimorar o rosto, não necessariamente trazer algo novo, e sim lidar com um detalhe que incomodava. É o caso da atriz e cantora Cleo Pires, que afinou a ponta do nariz, assim como a apresentadora Eliana, que apenas arrebitou um pouquinho. Na questão da saúde, a cantora Anitta, que não tem medo de polêmica, sempre falou com muita normalidade dos procedimentos cirúrgicos que enfrentou. Conta que precisou operar o nariz pois seu mau funcionamento a atrapalhava a realizar shows e inchava suas amídalas. Ludmilla também passou por situação semelhante - diz que começou a lidar com salas de operação em 2013, porém, o nariz foi operado em 2016  também devido a problemas respiratórios.

Vale comentar o caso de mais duas atrizes. Fernanda Souza passou por algumas cirurgias estéticas com apenas 18 anos, sendo elas lipoaspiração, redução de seios e rinoplastia. Esta foi motivada pelo fato de a atriz sentir que seu nariz não combinava com o rosto. Outro caso curioso é da também atriz Claudia Raia, que não encontrava um médico que topasse a ideia de transformar seu nariz grande em arrebitado, porém, conta que teve sucesso na missão e se diz feliz com o resultado. Outras celebridades como Pabllo Vittar, Blake Lively, Katie Holmes, Kim Kardashian e Halle Berry têm suas próprias histórias e assumem que passaram por uma cirurgia no nariz. Então tenha calma, pense bem e confie no médico que vai mudar seu visual.

14 de janeiro de 2019

MODA DO TÊNIS MEIA CHEGA AO BRASIL



Com altas doses de inovação, que naturalmente geram um pouco de polêmica, a marca Balenciaga, pertencente ao grupo italiano Gucci, lançou em 2016 o que ficou conhecido como tênis-meia, ou sock-sneaker na língua inglesa. Independentemente das críticas, o tênis feminino, que ganhou uma versão masculina, é hoje peça fundamental de diversas celebridades e fashionistas pelo mundo. Mais recentemente chegou também ao Brasil.

Muitos apontam o Nike Presto, lançamento de meados dos anos 2000, como o primeiro lançamento de um calçado desse tipo. Porém, o item ganhou muita notoriedade em 2016, com o lançamento do Balenciaga Speed. O modelo foi apresentado como inovação, com tecido elástico que se ajusta ao pé em forma de meia de cano médio ou alto. Apesar de duramente criticado na internet, o tênis explodiu de tanto vender que várias marcas como Givenchy, Marc Jacobs, Prada e Valentino aderiram ao novo item da moda.

Apesar da característica minimalista e simples do Balenciaga Speed, os tênis-meia foram ganhando novos designs, modelos, tecidos e ainda estão sendo inovados. Não só os fashionistas aderiram ao item, mas também artistas que servem de vitrine para muitos jovens ao redor do mundo. Entre os quais estão a atriz Gwyneth Paltrow, a polêmica família Kardashian e rappers mundialmente famosos como Bryson Tiller, Gucci Mane e Future.

Para quem acreditou que tal moda não chegaria aos trópicos, diversas lojas nacionais acompanharam a tendência internacional. O item que ganhou influenciadores e a mídia especializada em 2017 já chegou a diversas lojas de departamento em solo brasileiro. Entre elas, estão Marisa, Renner, Riachuelo e Zara.

Para quem ainda não tem muita segurança de como usar um tênis-meia e não sabe a maneira ideal de usá-los na rua, se sugere a escolha de modelos com cano alongado para acompanhar saias ou vestidos de tamanho médio ou longo. Se a opção for por uma calça, opte por um tênis de cor semelhante.

Para os homens, o sock sneaker costuma vir acompanhado de calça com barra curta para os mais conservadores. Os mais arrojados, como fazem alguns rappers, podem arriscar a bermuda, é só tomar cuidado e aproveitar esse novo item.

13 de janeiro de 2019

É SAUDÁVEL DEIXAR OS FILHOS DORMIREM NA CAMA DO CASAL?



Literatura médica não é conclusiva, mas o consenso é de que depende de cada caso

Uma dúvida que paira na cabeça de muitos pais é sobre deixar ou não o filho dormir na mesma cama que eles. Por comodidade ou medo, os progenitores, muitas vezes, tendem a manter o hábito de deixar as crianças dormindo no mesmo quarto ou até mesmo na mesma cama na qual os pais dormem. Dependendo da idade do filho, essa pode não ser uma boa ideia.

A literatura médica é controversa sobre esse assunto, mas há um consenso em relação a alguns aspectos. Em 2016, a Academia Americana de Pediatria (AAP, na sigla em inglês), divulgou uma nova instrução para os pais. Segundo a recomendação da academia, as crianças podem dividir o quarto com os pais pelo menos nos primeiros seis meses ou até o primeiro ano de vida

Os bebês, no entanto, devem ficar no berço e não na mesma cama dos progenitores. Quando os pais e os bebês compartilham a mesma cama, há um maior risco de morte por sufocamento de forma acidental. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também segue a mesma diretriz e se posiciona contra a cama compartilhada.

Mas e quando os filhos são mais velhos? Nesse caso, ficar ou não na mesma cama depende de muitos fatores. Em tese, essa prática pode não só diminuir a intimidade do casal, como também minar a individualidade da criança e deixá-la mais medrosa. Mas todo caso tem particularidades específicas.

De acordo com artigo publicado pelo psiquiatra Luiz Augusto Rohde na Revista Veja, a literatura médica é controversa e com baixa qualidade metodológica sobre crianças entre 3 e 8 anos. Dito isso, pode-se dizer que os estudos, de forma geral, não encontraram problemas no fato da criança dormir com os pais nessa idade. Mas isso não significa que eles não existam.

O psiquiatra ressalta que há uma grande diferença entre os pais decidirem abrigar os filhos na mesma cama e esse fato acontecer de forma reativa, ou seja, por dificuldade do casal ou da criança para que ela durma em outro quarto. O segundo caso exige mais atenção e deve ser analisado com muito cuidado. Se não for um incômodo nem para os pais nem para os filhos o fato de dormirem juntos, pode não ser um problema. Caso contrário, essa situação precisa ser resolvida de forma mais incisiva.

Com o avanço da idade, aí, sim, é natural fazer com que as crianças durmam sozinhas. Pré-adolescentes e adolescentes já estão no período de desenvolver a sexualidade e é inconcebível que eles durmam com os pais. A transição para a nova cama deve acontecer de forma gradual e suave. Só em casos mais extremos, como no caso da criança fazer alguma chantagem emocional, outras providências podem ser tomadas, sempre com apoio profissional.

Estamos de Volta

Olá pessoal, para avisar que estamos de volta com o  https://www.beautyinforlife.com/  e que agora vamos manter ele para valer. Sigam co...